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Quero

Quero contar ao mundo o quão orgulhosa me deixas. Quero te agradecer por seres O homem. O homem que me fez mulher. O homem que me mostrou o mundo, o homem que me mostrou o caminho. Tanto para te agradecer que nem sei por onde começar. Sei que todas as minhas escolhas foram intencionais para cruzar o teu caminho. Quero que saibas o quanto te admiro. Por me fazeres acreditar no impossível, por me mostrares que as coisas não se conseguem sozinhas e que a luta só depende de nós. Quero que saibas que conseguiste. Que sei tudo o que querias, que sou a pessoas que sou no dia de hoje graças a ti.   Que viagem incrível ao teu lado. Aprendi meio mundo só de te acompanhar. Deixaste me acreditar que por mais que estivesses lá eu conseguia sozinha. Por mais que eu quisesse a tua companhia. Eu já tinha valor por mim própria. E isto tudo se deve a ti. Porque és tu, assim, como és. És este que eu quero. Que eu amo. Que admiro. E não te esqueças que me terás aqui para o resto da tua vida, a acompan...

Mais perto.

 Se tudo fosse possível. Se eu pudesse dizer tudo o que penso. Se eu pudesse viver eternamente agarrada a ti. Volto sempre a ti, como é possível esses olhos não enganarem. Como é possível derreter-me ainda assim.  Se eu pudesse agarrar-me a ti e levar-te para longe.  Estas palavras escritas numa folha de papel que não passam de rascunhos. Estes infinitos pensamentos. Sentimentos que esgotam todas as palavras no dicionário. Saudade mesmo quando estás ao virar da esquina. Saudade das borboletas na barriga. Saudade de te olhar eternamente. Saudade de coisas que estão para vir. Quero ter saudade das tuas mãos ao meu redor. Saudade de te dizer ao ouvido palavras frescas de escrever. Saudade. Saudade que sabe tão bem sentir sabendo que estás aqui. Tão perto que sinto a tua presença. Tão perto de cheirar o teu perfume. Perto o suficiente de podermos cometer uma loucura. Perto o suficiente de saber que ainda não sabemos tudo. Tão perto. De sentir a chama do teu corpo. O toque dos...

Rendida

Tenho ciúmes ao domingo, e sábado de manhã. Tenho ciúmes nas férias de setembro. Sinto uma pedra no coração que me pesa, que me arrasta. Deixa-me a boca seca, as mãos suadas e sem reação. Tenho só de pensar. Tenho quando não me abraças e quando não sinto o calor do teu corpo. Quem diz que é preciso uma alma triste para escrever engana-se.  O ar a bater no meu rosto com o cheiro das árvores e da selva, meu deus. A sensação dos olhos fechados, a música isso ninguém me tira. Poder fazer isso ao teu lado é só o que eu quero Ai, que coração mole o meu. Rebento de ciúmes de não te poder tocar, de estar tão perto e tão longe ao mesmo tempo. De te resistir. Podera eu beijar-te com as duas mãos na cara. Sentir o calor do teu corpo. Ter a tua mão entre as pernas. Amar-te nestas espreguiçadeiras. Beijar-te nessa banheira. Dormirmos despidos e acordarmos rendidos. É assim, o desejo de ti.

Não duvides

Não duvides do meu amor. Não duvides da minha capacidade de te querer. Não duvides da serenidade que todos os dias corre, quando está longe quando está perto. E quando não a vejo, tenho de me esconder. Não duvides das lágrimas que já larguei por ti. Porque são sinceras. Não viste nem metade. Mas vê-las não te faz quereres-me mais. Não duvides dos meus ciúmes. Que me rompem por dentro. Que me rasgam quando jantas, desfrutas, quando beijas, quando abraças tudo aquilo que não sou eu. Não duvides do meu amor porque és o único que o tem.

GBT

Hoje escrevo-te porque não aguento uma semana sem te tocar. Não aguento uma semana sem me aconchegar nos teus braços. Não aguento não acordar com a tua pele a tocar na minha. Porque custa-me muito resistir-te sempre que estás à minha frente. Custa me não te poder tocar. Não te poder beijar. Não te olhar como eu quero. Não ir de férias contigo. Não adormecer contigo. Não viver tantas coisas contigo. Porque fazes o meu coração bater rápido. E o meu corpo pede pelo teu. Porque sempre que estou contigo fico serena, pura. Despida de todos os preconceitos e medos. Porque tudo o que há para ver eu quero te mostrar. Tudo o que há para criar eu quero que seja contigo. Tudo o que há para sentir eu quero que sintas comigo.  Tantos e todos os toques que já senti e todas as vezes que me despi, por todas as vezes que rolamos em todas as partes desta casa, por todos os cantos desta cidade que percorremos. O mundo é tão pequeno para aquilo que nós vivemos. Há dias em que me apetece sair à varanda ...

Imagina

Image
Imaginei de tudo. Como me tocavas por baixo da mesa, como me tocavas a perna no carro, como me levantavas o vestido. Como me agarravas no pescoço e me encostavas nas parardes da casa de banho, as tuas mãos levantavam o meu vestido, as tuas calças roçavam-se nas minhas pernas e a tua língua deslizava desde o pescoço às bochechas. Todas estas horas a pensar em como te poderia beijar sem parar. Saltamos de repente para as escadas da minha casa onde as tuas mãos não param de me tocar e a porta parece que demora uma eternidade a abrir. Apertas me com força nos teus braços e os meus pés deixam de sentir o chão. Saltamos juntos para o colchão onde os teus lábios percorrem o meu corpo. As minhas mãos apertam as almofadas e tudo o que acontece depois disso é uma história que vamos escrever juntos…

Páginas de amor

​há muito tempo que não venho por aqui! há algum tempo que não te escrevo. Coisa que gosto tanto de fazer. Temos vivido muito ultimamente, tenho vivido mais contigo ultimamente e isso faz-me esquecer ou deixar de pensar no que podemos ser no futuro. Ou melhor, não quero pensar. Saber que quando me beijas me queres e quando me abraças o sentes é suficiente para mim. Não deveria, eu sei. Eu quero mais e irei sempre querer, mas não quero largar mão do que tenho neste momento. Não é correto, mas as regras foram feitas para serem quebradas e eu nunca soube segui-las muito bem. Tudo o que existe nesta páginas vazias que tenho na minha mente é uma bagagem que jamais pensei que poderia ter. A aventura de uma vida. E descobrir finalmente que o amor é isto, dá-me paz olhar-te nos olhos e saber que o posso partilhar contigo. Aproveitar todos os tempos mortos para fazer valer a pena. Dizer-te todos os dias o quanto te amo mesmo que não o oiças. Faço-o ainda com medo de não ouvir nada de volta. Por...