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Showing posts from July, 2026

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 Fazes me sentir tão especial por coisas tão simples. Tão feliz. Saber que sou a razão de um sorriso, do teu. Saber que posso mexer com o teu humor, saber que me vês.  Não sei explicar esta vibração. Esta química que aparece sempre que te vejo. Esta vontade que tenho de te ter eternamente. Esta vontade de fazer isto e muito mais contigo. Já não sei horas, nem dias. Já não conto. Já não sei esperar, já esperei. Agora sei que tenho de viver, de te querer. Tenho de te querer tanto quanto posso. Tenho de te levar onde sempre quis ir. Temos de ser felizes, porque a vida não tem pausa. A nossa não.  Imagino tantas coisas, tantas, que de tantas sinto que se confundem com memórias. Querer-te, não sei qual a palavra, mas querer te é porque te quero para mim. Só sei que quero continuar a olhar te nos olhos pelo mesmo ângulo, perto. Tão perto. 
Se eu pudesse um dia ficar nos teus braços para sempre. Se eu pudesse passou a ser o nosso ponto de partida. Se eu soubesse! E se tu soubesses o quanto eu te sinto. Aquilo que eu sinto. A tua presença sempre fez diferença e agora mais que nunca. Sinto o consolo que nunca vou ter. Sinto a minha cabeça apoiada no vazio. Beijam-me as brisas do teu rio. Se tu soubesses o quanto eu te sinto. Sinto mais do que deveria. Sinto que não digo o suficiente e aquilo que digo já é demasiado. Se tu soubesses o que o teu toque me faz, os arrepios que me transportam para fora de mim mesma, como eu te aprecio. Os beijos que me seduzem. Se eu te pudesse roubar nem pensar que devolvia. Sinto que isto é mais do que deveria. Sinto que estou pronta para mais. Sinto que quero mais. Sinto-te! Diz-me, diz me o que queres de mim. Quem queres de mim. Diz-me a roupa que devo ter vestida e o penteado que deve estar feito. Diz-me quem me roubou o que tinha no peito.
Se tu soubesses como eu te olho
Nestes dias onde só estou eu tive de aprender a estar só comigo. Hoje decidi gostar de mim, mais ainda. Tenho de saber estar comigo de me dar mais a mim própria nunca desvalorizando aqueles que que mais gosto, aqueles que eu ponho sempre à minha frente. Mas hoje eu não me esqueci de mim, porque se eu não souber de mim não vou conseguir saber dos outros. Se eu não encontrar as minhas energias não vou conseguir passar nenhuma. 
Tiras-me de mim! Fodasse se eu não sentir amor por ti então não sei o que é. Não sei como me deixas assim. Louca. A querer-te. E a precisar de ti. Com falta de ti. Eu perco-me sem ti. Estas minhas vontades... Sei que digo a mesma coisa e que não digo nada. Mas olha para mim, percebe-me assim. Acredita em mim. Já chega este desarranjo que me domina para te tocar a ti também. Então olha-me só de fora... Esta raiva sem porquê, esta raiva de te querer. Fodasse.. 

Em papel

Estava nervosa pelo que ia fazer, nem sequer sabia se seria capaz. Mas eu sabia o que queria e por essa razão eu consegui ultrapassar tantos obstáculos. Eu tinha aqueles bilhetes mas não estava consciente do que ia acontecer. Eu queria te contar e queria-te surpreender ao mesmo tempo. O meu medo de cometer uma loucura que não fosse recíproca foi constante durante dias. Mas subi para o avião como se fosse sem rumo. Não sei se era cansaço mas livros não me chamava a atenção e fechar os olhos incomodava-me. 

Tocar

Os fins de tarde fazem-me bem mas também me fazem mal. Fazem-me ver-te mas não me deixam tocar. 
O meu coração bate depressa ao pé de ti mas ele nunca foi muito bom. Tenho cabos a apertá-lo e a puxá-lo quando te vejo assim. Prefiro a minha dor à tua. Prefiro as minhas lágrimas ao teu silêncio. Não me deixes no vazio. Falo contigo por aqui porque é aqui que tu me ouves. Falo por aqui porque contigo não tenho tempo, porque contigo o tempo perde-se e eu perco-me no tempo. Meu Deus como me dói. Sou grata pelo teu sorriso sempre que o vejo, mas o tempo eu não consigo parar para te olhar cada vez que o vejo. 
Escrever-te nunca foi fácil. Mas tu fazes com que seja. Dás-me as palavras e fazes-me sentir as coisas o resto é comigo. Penso em como te posso conhecer, como te posso fazer viver. Penso em como nunca te deixarei aborrecer. Eu sinto a tua falta onde tu nunca tiveste e eu quero sentir o teu cheiro quanto lá estiveres. Eu levo-te comigo mas tu não me levas. Mas eu quero ir. Eu quero sentir. Olha-me, tu já me conheces. Tu queres e gostas e fizeste-me gostar. Quando a tua mão se esconde atrás da minha orelha e é a tua mão que me aperta o corpo por ter e não ter por querer e não poder mas ela desce pelas costas abaixo para não me esquecer. É tão claro quando estamos lá os dois, tão puro. Somos brutais por sermos um só. Somos brutais só por ser. 

Prazer

Desejosa que apareças do nada e me queiras foder como nos filme. No final de um dia penoso que só queres esquecer, onde me tapas a boca por não me conseguir conter com estes gritos de prazer. 
Não sei o que tu sentes. Mas sei que o que eu sinto me dá medo de te perder. Tenho medo, estou assustada, estou chateada e quem me deu esse direito? Deixas-me abalada e eu tento fechar os olhos mas fodasse. Tenho feito um esforço todos os dias. E quem diria que ia custar tanto. Mas custa. E custa mais agora porque eu te quero. Custa cada vez mais porque tu és mais para mim e não te quero deixar, é por isso que custa. Ninguém disse que ia ser fácil mas parece que nunca mais acaba. E quem sou eu para pedir uma coisa destas. E quem sou eu para tu o fazeres. E quem sou eu no fundo. Porque eu sofro sozinha sem tu saberes. 
Sinto a tua falta no papel e o papel sente a tua. Quem diria que as rotinas nos incomodam. Mas tu foste uma rotina achada. E que bom que fui eu que a achei.  És um teste para mim e e eu quero supera-lô. Mas ainda não és o meu dia e isso chateia-me. Deixa-me triste e tu não gostas de me ver triste. 

o

Que bom que foi ser beijada pelos teus lábios no meu rosto. Soube a descanso e ouvi um 'estou aqui'. Se o mau passasse rápido já nem estaríamos aqui, mas a pressa de te ter faz parecer que o tempo quer ficar. E quanto tempo é mais preciso eu contar. 
São palavras loucas que me passas pela cabeça mas é um tanto medo que não as deixa fugir. Há dias que te conheço mais e outros que ainda não conheci. Há muitas respostas para as minhas perguntas mas eu ainda não as ouvi. Tenho medo de saber aquilo que já sei. Que merda que é perder algo sem sequer o ter. Não poder ser. Deixar de sentir. Há dias que me questiono a mim mesma quanto mais tempo irá levar este limbo. O limbo que me deu o que tenho agora. 
Odeio este dias vazios. Dão-me tempo para pensar. E eu que odeio pensar demasiado. E não te digo para não te magoar, para não te chatear ainda mais. Porque mói. Fodasse como mói. Não te digo para não estragar os únicos cinco minutos que tenho contigo porque tenho de os fazer parecer a cinco horas. 
Se não é amor não sei o que é. Mas sinto os meus pés a gelar assim que te afastas e a pele a arrepiar quando se fala nisso. És obviamente a minha fraqueza e estou a fraquejar cada vez mais.  E sofro todos os dias por isso. Acabo os dias com uma dor no peito porque não sei onde guarda-la. Preferia não partilhar contigo, mas às vezes fico demasiado triste. Imagino as coisas que não acontecem comigo e que eu queria que acontecessem. Imagino e se isso fosse possível. E se fosse eu nesse sítio àquela hora. 
Estou encostada ao rio a ouvir o barulho das máquinas que tu conheces. Mas oiço também as ondas que um barco sem rumo faz ouvir. E lembro-me que hoje te ausentaste. Deixa-me triste e com vontade de conduzir pela cidade porque me faz sentir mais perto de ti. A tua alma pediu socorro enquanto o teu corpo não reagia. Parado no tempo, vi-te a percorreres todos os pensamentos do mundo, criar oportunidades infinitas e cenários fantásticos porque sabes que o tempo não espera. Faz-me recordar da gratidão que tantas vezes achamos que damos ao mundo e que afinal é só um sentimento guardado dentro de nós. Eu quero partilhar isto contigo. Eu não quero viver de ses. Os teus ses é isso mesmo e não quero que tu o faças. Porque quando os sujeitos somos nós todas as frases que começam por se são horríveis. Ainda temos tanto para descobrir deste mundo sombrio. Ainda podemos fazer tantas coisas juntos. Eu quero que se por alguma razão mencionares o meu nome fiques baralhado nos momentos bons que passámos...

só

Olá. Hoje escrevo-te do mesmo sítio, mas de teclas diferentes, hoje precisava de recordar o que é um teclado e esquecer o ecrã que tantas vezes nos une quando estás longe. Continuo aqui, ao pé do rio e continuo à tua espera. Há dias que me sinto cansada de sentir tantas emoções e digo a mim própria que isto tem de parar, não que goste desta montanha russa mas a minha vida seria uma seca sem ti. Sinto-me só quando me deixas. sinto-me só quando começo a pensar nas coisas e quando a minha cabeça não pára. sinto-me só quando tu não me falas. sinto-me só quando olho à minha volta e eu sou a unica que foge da realidade.
 Os rascunhos que deixo sempre que o assunto és tu vão acabar por ceder ao espaço. Os pensamentos que me percorrem perdem-se nos momentos bons e nos menos bons. O meu peito fica confuso se o amor deve doer. As páginas que tenho guardadas para ti têm pressa de serem pintadas. O meu corpo acusa o cansaço quando tu decides ir e isto tudo porque é amor. Isto tudo porque o que fazes me faz ficar tão perto de ti que não é justo andar para trás. Como não é justo navegares sozinho quando me ensinas a fazê-lo. 
Carta direta para o homem que eu já sei que amo.  Nada de bom tiro deste dia, só dor. E nunca foi tão forte ou se chegou tão perto. Fez-me salivar pelos dias que estiveste longe e agora sinto-me no meio das chamas onde não me posso mexer para não queimar. Sinto-me a fraquejar e não quero que tenhas pena de mim. Mas esta dor esta-me a matar. 
Às vezes temos de fazer parte das modas, ou pelo menos passar por elas. Cá estou eu, a despedir-me deste ano forte. Vou, mas leva-te comigo. Vou e vens porque já não é a brincar. Já não gosto de ti porque sim, já só gosto de ti porque é impossível não gostar. Deixo para trás um ano que conseguiu quase quebrar-me. Deixo para trás porque já não o quero. Quero porém, olhar em frente, imaginar e esperar que é o que me tem aguentado de pé. Não de olhos abertos porque cada vez que os abria cobriam-se de choro. Sim choro e não, não é mentira, nem fita, nem nada que se possa parecer. Chorei pra crl por ti. E não preciso de te dizer isso. Não quero que tenhas pena de mim. Não quero que mudes a maneira como me olhas. Mas fodasse, eu achava que era forte. A tua ausência, o teu silêncio, fizeste me ficar sem ar. Sabia lá eu o que era amor. Sabia lá eu quanto mais eu gostasse mais eu sofria. 
 não sei o que se escreve

Que bonito

Que forma mais bonita de te expressares. Que forma tão bonitas de me dizeres aquilo que sentes. Que ciúmes tão intensos que os consigo sentir de longe. Sentir algo de algo que não existe. Não preciso de te