Nua
Hoje durmo nua e sinto me livre. Mas tu não estás aqui. E quem me dera sentir a tua mão deslizar pelo comprimento do meu corpo. E tu vens. Nunca duvidei da tua vontade de me amar. Enquanto abraço a minha cama que se mede só para mim, tenho-te focado em como eu sou assim. Olhas e queres perceber, então tocas até entender. A palma da tua mão apreensiva pelo sim ou não começa nos ombros e segue pelas costas. Olhas-me como nunca o fizeste, numa cama só para ti, sem nada por tirar, com tudo para me poderes beijar. E viras-me para com os teus olhos me cruzar. O teu rosto eu quero perto do meu, as minhas mãos desfilam em tudo o que é teu e beijo-te como se tu fosses meu. E agora que os nossos corpos se tocam eu grito tão alto que te quero e tu prendes-me para responder às minhas preces. É disto que somos feitos. Uma paixão ardente que se transforma num amor proibido mas que eu nesta aventura contigo quero descobrir tudo o que está escondido.