Sorry, but thanks.
Se calhar esteja destinada à escrita, se calhar não, se calhar este texto vai ser uma porcaria, se calhar vai ser dos melhores, se calhar a minha vida seja à base de palavras, se calhar não.
Nada, mas nada mesmo me chama mais a atenção do que escrever, a minha vida é a base disso, eu alimento-me da escrita, eu vivo através das palavras.
Eu recuso-me a crer que posso fazer melhor, recuso-me a mostrar aquilo que realmente sinto, recuso-me a dar tudo por tudo numa amizade ou relação senão na nossa, recuso-me a criar muitas expectativas, recuso-me a acreditar um nós sabendo que nunca vai acontecer.
Os meus sonos têm sido tão profundos, tenho tido tantos sonhos, tenho-me relembrado de tanta gente que já não me fala e que me esqueceu, de gente que se afastou, de gente que tem problemas.
Tenho tido saudades de todos, daqueles que estiveram sempre ao meu lado, ou daqueles que me ajudaram a crescer, daqueles que me ensinaram a escrever ou daqueles que me ajudaram a andar.
Sinto falta dos lugares habituais, sinto falta de quem não está porque " só faz falta quem está " é mentira, é mentira. Eu sinto falta daqueles que sempre estiveram comigo, daqueles que me ajudaram a levantar sempre que cai. Tenho saudades de ficar até tarde à noite contigo na cama a contar-te todos os meus segredos, sem nenhum detalhe me escapar, sem me esquecer do que aconteceu e de quem esteve lá, da falta que tu fizeste e das pessoas que estavam a mais, dos erros que cometi e dos meus arrependimentos.
Eu arrependo-me todos os dias de coisas que fiz e de coisas que nunca poderei fazer, arrependo-me de me ter esquecido de me despedir de ti, e de não ter dado o devido valor às nossas coisas, de não termos sido os dois a por um ponto final mas sim só tu, por me teres deixado quando eu mais precisava e voltaste depois. Eu fiquei forte desde ai, e agora tenho um escudo, lamento já não ser quem eu era, lamento não ser aquela miúda que tropeçava duas vezes na mesma pedra, lamento já não ser eu a ir falar contigo, lamento teres-me obrigado a esquecer tudo e lamento muito mais que ainda assim me tenha ficado tudo na memória.
Mas obrigada, obrigada por me teres feito ver as melhores coisas do mundo, obrigada por termos tido um nós. Porque apesar de tudo quando alguém inclui o "mas" no meio de uma frase tem como intenção fazer-te esquecer tudo o que disse e prestares atenção ao que virá.
Nada, mas nada mesmo me chama mais a atenção do que escrever, a minha vida é a base disso, eu alimento-me da escrita, eu vivo através das palavras.
Eu recuso-me a crer que posso fazer melhor, recuso-me a mostrar aquilo que realmente sinto, recuso-me a dar tudo por tudo numa amizade ou relação senão na nossa, recuso-me a criar muitas expectativas, recuso-me a acreditar um nós sabendo que nunca vai acontecer.
Os meus sonos têm sido tão profundos, tenho tido tantos sonhos, tenho-me relembrado de tanta gente que já não me fala e que me esqueceu, de gente que se afastou, de gente que tem problemas.
Tenho tido saudades de todos, daqueles que estiveram sempre ao meu lado, ou daqueles que me ajudaram a crescer, daqueles que me ensinaram a escrever ou daqueles que me ajudaram a andar.
Sinto falta dos lugares habituais, sinto falta de quem não está porque " só faz falta quem está " é mentira, é mentira. Eu sinto falta daqueles que sempre estiveram comigo, daqueles que me ajudaram a levantar sempre que cai. Tenho saudades de ficar até tarde à noite contigo na cama a contar-te todos os meus segredos, sem nenhum detalhe me escapar, sem me esquecer do que aconteceu e de quem esteve lá, da falta que tu fizeste e das pessoas que estavam a mais, dos erros que cometi e dos meus arrependimentos.
Eu arrependo-me todos os dias de coisas que fiz e de coisas que nunca poderei fazer, arrependo-me de me ter esquecido de me despedir de ti, e de não ter dado o devido valor às nossas coisas, de não termos sido os dois a por um ponto final mas sim só tu, por me teres deixado quando eu mais precisava e voltaste depois. Eu fiquei forte desde ai, e agora tenho um escudo, lamento já não ser quem eu era, lamento não ser aquela miúda que tropeçava duas vezes na mesma pedra, lamento já não ser eu a ir falar contigo, lamento teres-me obrigado a esquecer tudo e lamento muito mais que ainda assim me tenha ficado tudo na memória.
Mas obrigada, obrigada por me teres feito ver as melhores coisas do mundo, obrigada por termos tido um nós. Porque apesar de tudo quando alguém inclui o "mas" no meio de uma frase tem como intenção fazer-te esquecer tudo o que disse e prestares atenção ao que virá.



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